Em entrevista ao R7 o Dr Nelson Lacerda fala sobre o Governo querer aprovar a reforma da previdência ainda em 2017.

Esta questão da reforma da previdência é antiga já vem desde de Fernando Henrique que não havia passado somente por causa de 1 voto.

Tem que haver uma saída da reforma da previdência, poucos pagam e muitos utilizam, há um deficit de 80%, isso tem que ser organizado, não seria o caso de aumentar e sim aumentar em 20 anos tem em vista a longevidade atual do ser humano, antes vivia-se até 45 anos hoje até uma média 80 anos.

O custo aumentou mais a receita ficou atrás, um “buraco” anual na previdência de R$ 128 bilhões.

A reforma da previdência é muito complicada pois afeta diversos pontos, deve ser feita por partes, flexibilizar e fazer a primeira etapa.

As dívidas da previdência afastam investidores do Brasil, há quedas na bolsas de valores.

Tem tem direito adquirido vai manter, o debate é sobre o prazo de idade pela taxa média de sobrevivência, provar a arrecadação de 25 anos é um ponto crucial além da idade.

Alterar fatores sócios geográficos e trabalhos informais, pois há comprovadamente muito pouco tempo de contribuição e aposentam-se por idade.

Acabar com diferenciação de serviço público e privado, trazendo todos para uma mesma base salarial, irá gerar igualdade vai acabar com muitos privilégios e fatores que prejudicam o Brasil.

Questões como trabalhos insalubres e de risco, por exemplo policiais professores, precisam ser tratados à parte com 5 anos a menos para aposentadoria.

O mais importante para o sucesso da reforma da previdência é a flexibilização.

A arrecadação dentro do INSS com todos os itens é muito grande, sendo 7 a 8 vezes maior do que quaisquer outros impostos federais arrecadados, porem o gasto é muito maior, além dos desvios para outras finalidades.

Se a reforma da previdência não for realizada as próximas gerações não terão aposentadoria.

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